Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam. Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa... Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas... Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda. Que eu não perca o EQUILíBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim... Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos... Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos. Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas. Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIçA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu. Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos... Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma... Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia. Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado. Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois.... A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR! Amorosamente, Francisco Cândido Xavier
"a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais...."
12 de abril de 2011
9 de abril de 2011
DESPEDIDA
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
5 de abril de 2011
Vidinha (chatinhaaaa)
As pessoas falam tão bem e com tanto entusiasmo que é até bem possível acreditar. Infelizmente, os prazeres dos outros, são os prazeres dos outros, e o nosso prazer e simplesmente nosso prazer, podemos até dizer que se confundem muitas vezes, mas no fundo mesmo ele é singular.
Tantas situações no dia-a-dia nos obrigam a pensar em como as coisas poderiam, ou ao menos em como elas seriam, se tudo fosse diferente, ou se tudo tivesse sido feito diferente.
Nós felizmente ou infelizmente temos um consolo o famoso "mas não foi", e eu digo mais "nunca será". Nunca será eu digo pois nós nunca faremos diferente, as mudanças também são uma incógnita, a mudança não significa que as coisas podem ser melhores, ou piores, ou até quem sabe não modificarem em nada as situações.
Fazemos e continuaremos fazendo as coisas como acreditamos que elas devem ser feitas, e isso não evitará de maneira nenhuma a famosa pergunta, "como as coisas seriam se tudo tivesse sido diferente?", como podemos saber, ou apenas supor situações que nem se quer aconteceram? Como podemos deduzir se as situações estão em nossa vida por destino ou por estarmos caminhando errado?.
São tantas e imensas perguntas que nos fazemos diariamente, ou ao menos que eu me faço diariamente. A vida meu amigo como já dizia o sábio Josef Climber, "é uma caixinha de surpresas", e surpresa não significa apenas coisas positivas, mesmo sendo isto que venha em nossa cabeça quando ouvimos ou pronunciamos essa palavra.
Uma pequena explicação:
Surpresa: Ato ou efeito de surpreender ou de ser surpreendido. Espanto, sobressalto, perturbação.
Ou seja, também não devemos esperar surpresas na vida, elas podem ser desagradáveis.
Tantas situações no dia-a-dia nos obrigam a pensar em como as coisas poderiam, ou ao menos em como elas seriam, se tudo fosse diferente, ou se tudo tivesse sido feito diferente.
Nós felizmente ou infelizmente temos um consolo o famoso "mas não foi", e eu digo mais "nunca será". Nunca será eu digo pois nós nunca faremos diferente, as mudanças também são uma incógnita, a mudança não significa que as coisas podem ser melhores, ou piores, ou até quem sabe não modificarem em nada as situações.
Fazemos e continuaremos fazendo as coisas como acreditamos que elas devem ser feitas, e isso não evitará de maneira nenhuma a famosa pergunta, "como as coisas seriam se tudo tivesse sido diferente?", como podemos saber, ou apenas supor situações que nem se quer aconteceram? Como podemos deduzir se as situações estão em nossa vida por destino ou por estarmos caminhando errado?.
São tantas e imensas perguntas que nos fazemos diariamente, ou ao menos que eu me faço diariamente. A vida meu amigo como já dizia o sábio Josef Climber, "é uma caixinha de surpresas", e surpresa não significa apenas coisas positivas, mesmo sendo isto que venha em nossa cabeça quando ouvimos ou pronunciamos essa palavra.
Uma pequena explicação:
Surpresa: Ato ou efeito de surpreender ou de ser surpreendido. Espanto, sobressalto, perturbação.
Ou seja, também não devemos esperar surpresas na vida, elas podem ser desagradáveis.
30 de março de 2011
Algumas dores!

"Eu tinha visto na sua solidão, uma excelente amiga para a minha solidão. Eu achei que elas pudessem sofrer juntas, enquanto a gente se divertia!"
"No fundo, é isso, a solidão: envolvermo-nos no casulo da nossa alma, fazermo-nos crisálida e aguardarmos a metamorfose, porque ela acaba sempre por chegar"
Principal:
"Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia….”
29 de março de 2011
Proceder

Como é interessante o proceder das pessoas, o ser humano é fantástico e ao mesmo tempo assombroso. Não vejo em si, nessa colocação uma breve e singela explicação, não há para tal fato apenas pequenas palavras, o ser humano é sobre tudo e todas as coisas complexo para ser respondido simplesmente.
No decorrer do meu caminho, como uma pessoa que analisa de mais a vida, percebo fatos que me intrigam muito, pergunto-me o tempo todo, o que move o proceder das pessoas? Das insensatas às mais prudentes, como analisam seus sentimos? Ou se sequer analisam qualquer coisa que seja.
Já pudera me dizer que basta olhar o meu proceder e os movimentos que ele tem para compreender os outros seres humanos, mas digo em alto e bom tom, não, o meu proceder e o movimento dele não é base para compreendimentos, ou respostas.
Os julgamentos que faço de mim mesma são por de mais críticos para servir de referência. Ao mesmo tempo que critico a minha forma na vida, também à aprecio em um aspecto, a simplicidade de compreender as situações e transformar rapidamente os sentimentos.
Não guardo magoas de especie se quer, não nego colo a quem precisa, e jamais negaria a palavra, ou um singelo abraço.
Por motivos à cima citados, que os "procederes" mundanos me são tão confusos e em certo ponto atraentes, qual motivo, se não, qual prazer tem as pessoas em complicarem sentimentos, em guardarem magoas e rancores quando não querem isso para sua vida.
A cólera dizem ser um dos sete pecados, embora não acredite em pecados,acredito no tamanho malefício que esses sentimentos trazem. A cólera como estava dizendo é momentania, todo ser humano possui e já esperimentou momentos de cólera, mas ela não pode ser base de decisições e comportamentos, muito menos, e em ultimo plano, base para o nosso proceder na vida.
Analisar o comportamento humano em sua complexa e gigantesca forma, é praticamente loucura, uma insanidade. Já ouvi muitas vezes que o ser humano é inexplicável, inatingível em seu sentimento e proceder.
A pior das coisas de um ser humano inatingível é o dom fantástico que ele tem em magoar os outros seres humanos.
E me perguntariam "ser humano inatingível?" Sim, pois acredito que existem dois tipos de seres humanos: os inatingíveis e os atingíveis
INATINGÍVEIS:
São pessoas que visam um bem estar ilusório, um bem estar de si próprias e para isso o outro é foco de apenas uma coisa, o interesse, são pessoas que tem a imensa capacidade de magoar as outras pessoas, e a transparência para elas significa apenas o vidro da janela. Apesar das pessoas inatingíveis aparentarem ter tantos defeitos, elas são as mais amadas e adoradas por todos, pois como não apresentam seu sentimento real, não oscilam em sensações e sentimos, elas visam o bem delas e esquecem que a a felicidade só se conquista com sinceridade de sentimentos.
Olhamos essas pessoas e sofremos em ver que existam pessoas assim.... Ironia, sinto em dizer, todos nós lá no fundo de nossa alma nos nossos procederes da vida, nos comportamos assim sempre ou em algum momento.
ATINGÍVEIS:
São pessoas que normalmente não são muito doces no falar, e se são tornam-se insuportáveis por expressarem de mais os sentimentos. Os atingíveis visam um bem que vai alem do que eles sentem, para falar o que pensam é muito fácil, são amigos magníficos e consequentemente muito "usados". Normalmente são pessoas de poucas amizades, pela sua melancolia e sinceridade nos momentos tensos, acabam não sendo queridas por muitos. Apesar de aparentar uma pessoa fantástica as atingivéis, são constantemente inconstantes e complicadas de lidar, pelo seu emocional acentuado, geralmente bastante anti-sociais.
Analisando as pessoas atingíveis nos parece um ideal a seguir, e pasmem, todos nos acreditamos sermos uma pessoa atingível, e da mesma forma em algum momento, ou sempre em nossos procederes nos comportamos como pessoas atingíveis.
É por esses motivos que acredito que o ser humano é um pouco inatingível e um pouco atingível, um pouco de tudo e um pouco de nada, todos nós vivemos dentro de nós o inferno e o paraíso, por esses e tantos outros motivos somos tão inexplicáveis, tão assombrosos e tão fantásticos.
19 de março de 2011
Apenas mais uma de amor

"...Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber..."
17 de março de 2011
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